ETERNAL GROOVE 🪩
Disco house e garage do fim dos anos 1990 que ainda lotam a pista — Kings Of Tomorrow, David Morales, Moloko, Armand Van Helden e Boris Dlugosch.
Neo soul, jazz funk, boom bap, French touch, deep house e ritmos da África Ocidental: mais de 1.700 faixas em 39 playlists, de graça no Spotify e no Apple Music.
Ouvir a playlist mais recenteTrinta e nove playlists e 1.763 faixas, feitas para as horas que pedem trilha sonora: deep work, leituras longas e reescritas noite adentro.
Neo soul e nu jazz quando o trabalho pede paciência. Boom bap e jazz rap quando pede impulso. French touch, deep house e disco house quando pede altura. Lo-fi para o trecho de cabeça baixa, e ritmos da África Ocidental atravessando tudo.
Toda playlist toca de graça no Spotify, e a coleção inteira está no Apple Music.
Playlist mais recente
Indie pop banhado de sol deslizando para o French house — Tame Impala e almost monday abrem espaço para Justice, L'Impératrice e o afro house de HUGEL.
House, disco e French touch · 9 playlists
Disco house e garage do fim dos anos 1990 que ainda lotam a pista — Kings Of Tomorrow, David Morales, Moloko, Armand Van Helden e Boris Dlugosch.
Indie pop banhado de sol deslizando para o French house — Tame Impala e almost monday abrem espaço para Justice, L'Impératrice e o afro house de HUGEL.
French touch em farol alto — Daft Punk, Justice, Kavinsky, L'Impératrice e Angèle trocando sintetizadores de neon e linhas de baixo motorik.
Synth pop e indie dance na hora dourada — Blu DeTiger, Merty Shango, Citrus Sun e Enne levando o brilho até a noite.
Nu-disco e French house com o filtro aberto — Fred Falke, Breakbot, Madeon, Lemaitre e Yelle.
Progressive house e electro feitos para mover — Madeon, Paul Woolford, Martin Solveig, Secondcity e The Knocks.
Nu-disco e house filtrado feitos para mover — Lenno, Oliver, Tollef e Yelle sobre guitarras picadas e baixo de sintetizador gordo.
Cem faixas de deep house e house melódico que sabem sair do caminho — Chris Malinchak, Sultan + Shepard, Lenno e Nora Van Elken.
Future house luminoso e electro pop — Lenno, La Felix, The Knocks, Kraak & Smaak e Chris Malinchak ao longo de cem faixas.
Neo soul, nu jazz e andamentos lentos · 13 playlists
Boom bap que samplea jazz para noites lentas — Blu & Exile, Large Professor, 3582 e Scienze trocando loops quentes e versos sem pressa.
Jazz-hop da era de ouro do time Phoniks — Awon & Phoniks, Anti Lilly, Dephlow e Tiff the Gift sobre metais empoeirados e contrabaixo.
R&B alternativo e neo soul de madrugada — Brent Faiyaz, Elujay, J.Robb e Lou Phelps sobre baterias enevoadas e baixos sem pressa.
Enche-pistas dos anos 1970 e 1980 — CHIC, Luther Vandross, The Jacksons, Change e Oliver Cheatham. Cordas, palmas e linhas de baixo que fazem o trabalho.
Acid jazz e nu jazz com banda ao vivo por trás — The Brand New Heavies, Incognito, Robert Glasper, Carleen Anderson e Count Basic.
Soul de raiz gospel que levanta uma sala — Kirk Franklin, Aretha Franklin, Yolanda Adams, Jennifer Hudson, Mica Paris e Avery*Sunshine.
Broken beat e nu jazz britânico para tardes lentas — Emma-Jean Thackray, Blue Lab Beats, Galliano e The Brand New Heavies.
O soul britânico no que ele tem de mais caloroso — Incognito, Shaun Escoffery, Cherri V e Tortured Soul, com Stevie Wonder na sala.
Jazz moderno e R&B em conversa — Robert Glasper, August Greene, Common, Karriem Riggins e Brandy.
Canções de amor com músicos de verdade por trás — 4hero e Marc Mac, Incognito, Imaani, Natalie Duncan e Adi Oasis.
Cinquenta e cinco faixas de neo soul e jazz para noites quentes — India.Arie, Robert Glasper, Lucy Pearl, Anthony David e Ronny Jordan.
Setenta e três faixas de neo soul e R&B moderno — Alex Isley, Yebba, Ego Ella May, Robert Glasper e Blue Lab Beats.
Cem faixas com os holofotes sobre os instrumentistas — Erykah Badu, Jill Scott, Omar, Esperanza Spalding e Stevie Wonder.
Boom bap, jazz rap e grooves da era de ouro · 6 playlists
Cem faixas de rap ao longo de quatro décadas — 2Pac e Dr. Dre, Snoop Dogg e Tha Dogg Pound, Ghostface Killah, Nicki Minaj e DJ Muggs.
Cem faixas de garimpo em caixas de disco sem regra de gênero — Dr. Dre e Eminem ao lado de MC Solaar e 113, Charles Aznavour ao lado de DJ Mehdi e Thomas Bangalter.
Rap hardcore dos anos 1990 com o volume alto — M.O.P., Busta Rhymes, Big L, Westside Connection, Dr. Dre e Snoop Dogg.
Oitenta e seis faixas de boom bap e jazz rap dos anos 1990 — Gang Starr, A Tribe Called Quest, The Roots, The Pharcyde e o Jazzmatazz do Guru.
Boom bap underground e instrumentais — Apollo Brown, People Under The Stairs, J-Live, One Be Lo, Marcus D e Shing02.
Hip-hop indie e pop rap com impulso — Quinn XCII, Kid Quill, EMAN8, gianni & kyle e YONAS.
Downtempo, lo-fi e energia para acordar · 10 playlists
Downtempo sem peso para uma estrada longa ou uma manhã lenta — Zero 7, Les Imprimés e Ciao Ciao Marigold sobre baterias desfocadas.
Trip-hop que samplea jazz, de Proleter, Poldoore, Souleance e The Geek x Vrv. Cinematográfico, sem pressa, feito para escrever.
Downtempo e nu jazz para pensar por cima — Zero 7, The Cinematic Orchestra, Souleance, Mozez e Ida Nielsen.
Trip-hop e downtempo com um núcleo soul — Massive Attack, Thievery Corporation, Air, Zero 7, The Cinematic Orchestra e Nina Simone retrabalhada.
Cinquenta e duas batidas de lo-fi hip hop para estudar e trabalhar a fundo — Idealism, j'san, Joey Pecoraro, Sugi.wa e aimless. Sem vocais para discutir.
French house funky e nu-disco em linha reta — Breakbot, Modjo, Fred Falke, Kartell e Chris Malinchak.
Nu jazz e downtempo calmantes para desacelerar — Zero 7, 4hero, The Cinematic Orchestra, Lemon Jelly e Kid Loco.
Soul e jazz funk para começar o dia — Adi Oasis, Durand Jones, Azymuth, Kraak & Smaak e Stevie Wonder.
Sessenta e quatro faixas pop luminosas e aceleradas para se mexer — Riley Clemmons, Lauren Daigle, Sarah Reeves, Elle Limebear e Madison.
Jazz rap e R&B alternativo com algo a dizer — Noname, Anderson .Paak, KAYTRANADA, Q-Tip e A Tribe Called Quest.
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Manhã & humor para concentração sem distração: downtempo, nu jazz e lo-fi com pouca ou nenhuma voz competindo com a leitura. Eletrônica combina com o trabalho que pede impulso em vez de calma.
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Sebastien Rousseau — como BXHERO no Spotify e no Apple Music. São as playlists que tocam enquanto ele escreve sobre pagamentos e engenharia, não um feed algorítmico.